e há o silencio. um silencio quase insuportável que ressoa e vibra em cada palavra, como um eco de um instinto primordial, como o não ser. deixar de ser dentro das limitações, para se expandir, entrar em contato com o universo e pertence-lo. E sentir com pouco de pele e muito de uma substancia imaterial, inerente, sensivel a cada pequena vibração, a cada silencio. Algo que os olhos veem translúcido e cego, que o corpo sente anestesiado, e a mente se curva vuneravel a ilógica. Uma unica onda de energia sem delimitações, libertando cada repressão, cada parte antes nao vista, dando vida enquanto a suga.