Sou o ninho que repousa seu olhar imperativo potencializando minha culpa quente e lisa, que escorre do abraço pelas suas mãos penetrando por todos os poros da minha pele vil e tenho encarcerado o exemplo da tua incapacidade adquirida, teu caminho mitigado e dilacerado, a lacuna que deixou o beijo de perdão e compreensão seguido do erro e intensamente recusado a minha condição infantil.